terça-feira, 15 de agosto de 2017

Transporte coletivo e privado

Transporte coletivo e privado

Faz um bom tempo que venho pensando no porquê de o transporte coletivo ser sinônimo de transporte público.  Existe algo de especial na atividade de levar pessoas de um ponto a outro que torna válido impedir a concorrência e proibir empreender no setor?  Existe algo que justifique a não existência de uma variabilidade de serviço conforme o interesse de cada passageiro em uma cidade?  O transporte coletivo público no Brasil é reconhecidamente ineficiente, e é a camada da população mais pobre, que mais depende deste serviço, que sai prejudicada.

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O transporte público e o alto preço das passagens. (A retirada do governo do setor de transporte público é o maior benefício público que se pode ter.)

O transporte público e o alto preço das passagens. 


Com uma sociedade na qual não há regulamentação de tarifas, itinerários e veículos, os únicos que iriam perder algo seriam os péssimos empreendedores e os políticos que trocam favores. Péssimas escolhas levariam empresas ruins à falência. Sobreviveria apenas quem pudesse prestar um bom serviço. Os estudantes que tanto reclamam do valor cobrado teriam um transporte de qualidade e com um preço menor. As possibilidades que surgiriam com a ausência de regras são várias, entre elas: sistema de cobrança de passagem debitada em conta corrente, valor da viagem de acordo com a distância percorrida ou até mesmo sorteio de transporte gratuito em promoções. A retirada do governo do setor de transporte público é o maior benefício público que se pode ter.

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http://transporteurbanoconservador.blogspot.com.br/2017/07/o-transporte-publico-e-o-alto-preco-das.html

Queremos o FIM da "Doutrinação Ideológica, Bestialização e Idiotização" da Coordenadoria da Juventude aos jovens de Osasco. URGENTE! Os Impactos desastrosos da "Coordenadoria da Juventude de Charlottesville".

Eventos de Charlottesville são mais uma prova de que o nazismo é de esquerda

Em relação aos eventos de Charlottesville – onde duas ideologias de extrema esquerda, marxismo e nazismo, se defrontaram, levando a uma morte -, não pretendo me alongar muito em textos de “defesa” da direita.
Seja lá como for, o que importa é que os eventos em Charlottesville basicamente servem como mais uma prova de que o nazismo é de esquerda.
A partir da mídia de esquerda, estão tentando transformar Richard Spencer (admirador do ultrasocialista Bernie Sanders) em “representante da direita” para, a partir daí, estigmatizar toda a direita norte-americana.
Em suma, é uma reedição da “noite dos cristais”.
Como sempre, as táticas de estigmatização do nazismo visam justificar violência contra setores da população. Assim como fizeram com os judeus na Alemanha, os esquerdistas agora querem justificar violência e preconceito contra a direita dos EUA.
Quanto mais a mídia esquerdista se comportar deste jeito, mais vai mostrar que é o mesmo padrão que executaram na Alemanha Nazista. Eles já não tem como voltar atrás. Tudo está registrado.
A estigmatização de setores da população no intuito de justificar violência contra eles é uma tática do nazismo. Novamente, a esquerda está executando esta tática.
Estamos assistindo tudo isso em pleno 2017.
Agora só falta tratar as coisas pelo seu nome: a esquerda, como sempre, demonstra seu comportamento marxista, fascistas e… nazista.


O que realmente aconteceu em Charlottesville e a essência da esquerda

Algum esquerdista segura um cartaz, como um punho cerrado, símbolo revolucionário histórico, usado por movimentos que já produziram milhões de mortes, com os dizeres: “Destrua todos os monstros”. Ou seja, se o meu inimigo é um “monstro”, ele pode ser morto. Não é essa a essência do mal?

(Um adendoA 'Coordenadoria da Juventude' de Osasco abraça o PUNHO. Lutemos contra o PUNHO de Lúcifer. - http://juventudedeosasco.blogspot.com.br/2017/08/a-coordenadoria-da-juventude-de-osasco.html)
Você já deve ter lido sobre os acontecimentos de ontem numa pacata cidade da Virginia chamada Charlottesville. A versão da história contada pela imprensa, com pequenas alterações, é mais ou menos assim: supremacistas brancos se reuniram na cidade, promovendo a violência contra negros e outras minorias. Quando a polícia tentau encerrar o encontro, a violência se instalou, produzindo a morte de uma pessoa, além de dezenas de feridos.
Alguns veículos da imprensa foram além, alertando sobre o renascimento de grupos fascistas que demonstram como os EUA estariam caminhando para algum tipo de regime totalitário, com Donald Trump à frente.
Faz sentido? Estaria a América caminhando para uma ditadura fascista? Estamos observando o renascimento da KKK e afins?
Corremos riscos de perder liberdades individuais e de regredir socialmente e economicamente, mas não pelos supostos motivos que a grande imprensa aponta.
As intenções totalitárias se encontram exatamente naqueles que se autoproclamam “antifascistas”, ou defensores da “justiça social” e das “minorias”, como o movimento “Black Lives Matter”. Assim cumpre-se a profecia de Churchill sobre os fascistas do futuro propagarem ser o seu inverso.
Voltando ao que ocorreu em Charlottesville, tudo foi iniciado com a petição feita por um estudante negro da Universidade da Virginia para retirar da praça da cidade uma estátua do General Lee, o comandante do exército Confederado, na Guerra Civil Americana. Segundo tal estudante, a estátua seria ofensiva aos negros, assim como todo símbolo Confederado, já que naquela época havia escravidão e a Confederação defendia tal prática.
Jason Kessler, que se intitula um nacionalista branco, organizou um protesto contra a retirada da estátua do general. Em entrevista a uma rádio local durante a semana, Kessler foi muito claro: ele não defende qualquer tipo de ideologia supremacista, apenas não tolerava que a história fosse reescrita e que heróis brancos fossem apagados e vilificados em nome do politicamente correto.
A primeira emenda da Constituição americana garante o direito à livre expressão e ao protesto pacífico. Kessler então foi até a prefeitura da cidade para solicitar uma autorização para realizar o protesto. Depois de muitas dificuldades, já que o prefeito da cidade é Democrata, ele conseguiu a autorização.
Os Democratas então incentivaram a vinda para a cidade de grupos contrários ao movimento de Kessler, que ele chamou de “Unite the Right”. Em especial, o “Antifa”, um grupo violento que tem crescido e se especializou em contra-protestos, ou seja, sempre que qualquer grupo de direita organiza algum evento, eles aparecem vestidos de preto, com capacetes, máscaras, porretes e até com facas e armas de fogo, com o objetivo de acabar com o protesto. Outro grupo que apareceu para o contra-protesto foi o “Black Lives Matter”, grupo que surgiu como um renascimento do “Black Panthers” dos anos 60, denunciando a suposta violência policial contra negros, além de exigir reparações pela “opressão branca”, com uma retórica violenta que chega ao ponto de defender a morte de “white pigs” e até mesmo a supremacia negra. Nos seus manifestos, ficam claras as bandeiras socialistas radicais, como a exigência de bolsas e cotas de todo o tipo para negros, além da condenação do capitalismo.
Enfim, ao incentivar a vinda de grupos antagônicos ao protesto pela manutenção da estátua do General Lee, o prefeito Democrata de Charlottesville, Michael Signer, praticamente garantiu que haveria violência.
Mas o sujeito foi além, na véspera do protesto, quando já havia conhecimento que milhares de pessoas viriam de outros locais para apoiar o protesto de Kessler, e outros milhares viriam para apoiar o contra-protesto da Antifa e do Black Lives Matter, o prefeito cancelou a licença para que o protesto de Kessler acontecesse no parque onde está a estátua, enquanto manteve a licença para o contra-protesto.
Kessler então entrou com um pedido na Justiça Federal, conseguindo uma liminar que garantisse o direito constitucional de manter o protesto no parque onde estava a estátua. No sábado pela manhã, conforme os grupos começaram a chegar ao local, a polícia da cidade, a mando do prefeito, avisou que se tratava de uma reunião ilegal e mandou que todos saíssem dali, sem ter organizado nenhum isolamento entre os dois grupos.
Ou seja, não é exagero supor que o prefeito tinha a intenção de provocar a violência, pois após incentivar um contra-protesto violento, o sujeito não tomou nenhuma medida para isolar grupos contrários e a polícia permaneceu a maior parte do tempo inerte, apenas observando a violência, intervindo apenas quando a cidade já tinha virado um palco de guerra.
No meio do tumulto, alguém jogou um carro contra a multidão, aparentemente de forma intencional, matando uma mulher e ferindo 19 pessoas. O grupo atingido era formado por antifas, mas ainda não ficou claro se o motorista que cometeu a agressão era ligado a algum grupo em particular (Atualização: o agressor foi identificado como um supremacista branco pelas autoridades). Para completar a tragédia, um helicóptero da polícia que fazia o patrulhamento da área caiu, aparentemente um acidente, matando os seus dois ocupantes.
Entre o grupo que protestava contra a retirada da estátua, havia sim bandeiras representando supremacistas brancos, mas em minoria. De qualquer forma, pelas declarações de Jason Kessler e nos manifestos que conclamavam as pessoas a participar do protesto, não havia nenhuma menção à supremacia branca.
Mesmo se esse fosse o caso, a Constituição americana é clara ao defender o direito à livre expressão e reunião pacífica. E isso simplesmente foi rasgado pelo prefeito Democrata, que é o principal responsável pelas mortes e pelos feridos.
De qualquer forma, o objetivo dos Democratas foi atingido, eles tem agora uma narrativa que inverte a situação, traçando a direita como um bando de neo-nazis saudosistas da escravidão que enxergam em Trump um líder, enquanto os “antifascistas” que quebram e matam nas ruas, querendo impor violentamente a sua opinião, em conjunto com os racistas do “Black Lives Matter”, que chegam a defender abertamente a morte de brancos, são os defensores da liberdade.
Se ontem o direito a liberdade de expressão do grupo que queria a manutenção da estátua no parque fosse respeitado, provavelmente não haveria nenhum ato de violência. Agora imaginem se tivesse ocorrido o contrário, se um protesto contra Trump, ou pelos negros, ou por qualquer bandeira da esquerda fosse atacado violentamente por membros da Ku Klux Klan. Será que a imprensa inteira noticiaria que os esquerdistas que organizaram o protesto seriam os responsáveis pela violência?
Obviamente sou contrário a qualquer tipo de movimento que defenda a supremacia de uma raça em relação à outra, mas consigo perceber claramente como a retórica esquerdista de luta de classes, luta de raças e luta de gêneros produz uma divisão profunda da sociedade e incentivará a violência e o caos. Creio que esse é exatamente o objetivo da esquerda, seguindo o velho ditado romano: dividir para conquistar.
A criminalização da história é típica de regimes totalitário, os soviéticos criaram todo um departamento especializado em reescrever passagens e até manipular registros, para apagar acontecimentos, obviamente contando só uma parte da verdade, aquela que beneficiava o regime.
É simplesmente absurdo condenar uma raça por crimes que aconteceram no passado, especialmente quando esses crimes foram perpetrados por todas as raças em todos os tempos. Não é nosso objetivo aqui discorrer sobre isso, até porque é uma longa exposição necessária.
Eu só precisava deixar registrado o que ocorreu, já que de uma maneira geral ninguém encontrará essas informações na grande imprensa.
O que temos é uma luta política, onde a esquerda promove a violência e controla a narrativa, gerando a supressão da liberdade através da camisa de força do politicamente correto, não só enganando as pessoas, mas criminalizando qualquer opinião contrária às suas agendas.
Vale a pena deixar registrado que tanto o Black Lives Matter quanto o Antifa são financiados por George Soros, que multiplicou por três essas verbas desde que Trump foi eleito.
Ele, junto com outros democratas, já expressou o desejo de acabar com o mandato de Trump por todos os meios possíveis, aparentemente violência e mortes fazem parte desses meios.

Compulsive reader and amateur writer. Financial markets, politics, philosophy and business are my subjects.

Fonte: https://medium.com/@leandroruschel/o-que-realmente-aconteceu-em-charlottesville-e-a-ess%C3%AAncia-da-esquerda-cdc2c5ba5569 

A manipulação da imprensa esquerdista sobre Charlottesville segue a todo vapor

Para qualquer um com dois neurônios, a imprensa está dando mais uma demonstração inequívoca do seu viés esquerdista
Apesar de já estudar o assunto há algum tempo, não deixo de ficar impressionado com o nível da lavagem cerebral e da sua eficacia.
Quando um muçulmano joga um carro ou caminhão contra uma multidão, a mídia ensina que não podemos condenar todos os muçulmanos pela ação de um “lobo solitário”, mesmo sabendo que a essência dos ensinamentos islâmicos é violenta, racista, totalitária e contrária aos valores ocidentais. Falar em terrorismo islâmico é considerado inaceitável.
Quando um integrante do Black Lives Matter mata 8 policiais no Texas, ele é tratado como um “lobo solitário”, quando na verdade ele está apenas seguindo a retórica racista do movimento. Lembrem que Obama não condenou o grupo, que ele havia até mesmo convidado para visitá-lo na Casa Branca.
Quando membros da Antifa, o grupo que se autodenomina “antifscista”, mesmo se comportando da mesma forma que a SA nazista, ou que os Camisas Negras de Mussolini, atua nas ruas produzindo violência e destruição, eles são tratados como “defensores da liberdade” e uma resposta legítima ao “discurso de ódio”.
Quando um eleitor de Bernie Sanders vai até um jogo beneficente com um fuzil e alveja congressistas republicanos, ele não representa os democratas em geral, é apenas um maluco que está reagindo ao “discurso de ódio” de Trump.
Agora, quando um supremacista branco comete um atentado terrorista, jogando um carro contra uma multidão de esquerdistas, ele é apresentado ao público como um típico representante da direita e eleitor de Trump, mesmo que a esmagadora maioria da direita condene com veemência esse tipo de ato e postura. Nesse caso não há cuidado para não generalizar, ou para evitar a “brancofobia”, ou qualquer outro subterfúgio para diminuir a responsabilidade do agressor.
A imprensa exige que Trump condene o “nacionalismo branco”, enquanto exalta o “orgulho negro”, justificando o “racismo positivo” como “justiça social”.
É uma maneira canalha de travar a guerra política, mas se há algo que a esquerda domina é a técnica da mentira e da manipulação das informações para criar reações emocionais irracionais no público.
A primeira coisa que o cidadão precisa se dar conta é que a imprensa hoje em dia não tem mais o objetivo de informar, mas se transformou num instrumento do movimento esquerdista.
Além disso, os conservadores não devem cair na armadilha criada pela esquerda. O crescimento do “nacionalismo branco” é uma óbvia resposta a vilificação do homem branco, mas esse efeito é exatamente o que a esquerda quer, para poder expor o racismo dos brancos, enquanto incentiva o racismo dos negros, dividindo para controlar.
Devemos permanecer firmes nas crenças fundadoras da Civilização Ocidental: a liberdade individual, o Estado de Direito, a igualdade de tratamento pela Justiça, o livre mercado, a desconcentração do poder, a liberdade de expressão e a soberania, através da representação nos poderes instituídos, além da defesa da instituição da família e da liberdade religiosa.
Afinal de contas, não foi a defesa desses valores que gerou, através de um longo processo, o fim da escravidão, presente há milênios na história humana? Uma evolução econômica e moral como nunca vista antes na história? Um nível de prosperidade sem paralelos.
São esses os valores que devem nos unir, não a identificação com uma raça, até porque são valores universais, decorrentes do direito natural.
Os EUA formam a nação que defendeu e aplicou esses valores da maneira mais ostensiva e exatamente por conta disso atingiu a liderança global em quase todas as áreas.
Os inimigos da liberdade sempre identificaram os EUA como o alvo a ser destruído. Como isso não seria possível militarmente, até porque representaria a mútua destruição assegurada, a guerra passou a ser travada no campo cultural.
O grande veneno utilizado é o socialismo, a ideologia que esconde objetivos totalitários horrendos atrás de uma parede de boas intenções.
Nesse momento da história, onde o processo de destruição dos valores ocidentais segue o seu curso de forma acelerada, a eleição de um sujeito como Donald Trump é um grave acidente de percurso para os promotores do socialismo globalista, pois ele foi o primeiro presidente desde Regan a defender tais valores.
É imprescindível para a esquerda destruir Trump, pois o sucesso da sua presidência pode ser um tiro fatal no socialismo globalista.
Para tanto, a esquerda utiliza todos os seus meios, consolidados ao longo de décadas, como as escolas e universidades, o meio artístico, as associações e sindicatos, até mesmo a Igreja, sendo a imprensa o principal veículo.
Parte da direita, uma parte ínfima é verdade, cai como patinho na estratégia divisiva da esquerda, além dos malucos e psicopatas que existem em qualquer movimento.
É tudo que a imprensa precisa, a ação de um idiota ou psicopata desses para transformar qualquer direitista como um neonazi saudosista da escravidão, minando a presidência de Trump e destruindo o legítimo e importante movimento contrário ao totalitarismo globalista.
O resultado desse embate irá definir o futuro político da humanidade. Não é possível deixar de ficar pessimista quando se a avalia a assimetria das forças em jogo.
Compulsive reader and amateur writer. Financial markets, politics, philosophy and business are my subjects.
Fonte: https://medium.com/@leandroruschel/a-manipula%C3%A7%C3%A3o-da-imprensa-esquerdista-sobre-charlottesville-segue-a-todo-vapor-35aaed829f9b



(Juventude de Osasco Contra os Nazistas ou Esquerdistas) - Hitler e o nazismo: uma política nacional-socialista e, portanto, de esquerda

Hitler e o nazismo: uma política nacional-socialista e, portanto, de esquerda


Em 16 de junho de 1941, enquanto Hitler preparava suas forças para a Operação Barbarossa, Joseph Goebbels planejava uma nova ordem que os nazistas imporiam sobre a Rússia após esta ser conquistada. Não haveria retorno, escreveu, para os capitalistas, sacerdotes ou czares, e em vez do “bolchevismo judaico corrupto”, as Forças Armadas implantariam “der echte Sozialismus”: o socialismo real.
Goebbels nunca duvidou de que era socialista. Ele via o nacional-socialismo (vulgo “nazismo”) como uma forma melhor e mais plausível de socialismo do que o propagado por Lênin. Em vez de se estender por diversas nações, ele operaria dentro de cada pessoa.
A vitória cultural da esquerda moderna foi tão absoluta que a simples exposição desse fato perturba, mas poucos na época teriam visto a questão como controversa. Como escreveu George Watson em The Lost Literature of Socialism:
Está claro, sem a menor sombra de dúvida, que Hitler e seus companheiros eram socialistas e de esquerda.
A pista está no nome. Gerações posteriores de esquerdistas tentaram justificar a estranha nomenclatura do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (PNSTA) como sendo um truque publicitário cínico ou uma coincidência embaraçosa. Na verdade, o nome significava exatamente o que dizia.
Hitler disse a Hermann Rauschning, um prussiano que trabalhou por um curto período de tempo para os nazistas antes de rejeitá-los e fugir do país, que admirava grande parte do pensamento dos revolucionários que conhecera na juventude, mas que sentia que eles falavam demais e agiam pouco. “Coloquei em prática o que aqueles propagandistas e escribas timidamente começaram”, gabava-se, acrescentando que “o Nacional-Socialismo inteiro era baseado em Marx”.
O erro de Marx, pensava Hitler, foi estimular a luta de classes no lugar da unidade nacional – jogar trabalhadores contra industriais em vez de alistar ambos os grupos em uma ordem corporativista. Seu objetivo, disse a seu conselheiro econômico, Otto Wagener, era “converter o povo alemão ao socialismo sem matar os antigos individualistas” – no caso, banqueiros e proprietários de fábricas – que poderiam servir melhor ao socialismo gerando receita para o estado. “O que o marxismo, o leninismo e o stalinismo não conseguiram realizar”, disse Hitler a Wagener, “nós temos condições de alcançar.”
A ideia de que o nazismo é uma forma mais extremada da “direita” foi incutida na cultura popular. Pode-se vê-la quando “especialistas” chamam partidos revolucionários anticapitalistas e nacionalistas, como o Aurora Dourada grego, de “extrema-direita”.
Em que se baseia essa associação? Na ideia infantil de que a esquerda é sinônimo de compaixão e tudo que foi contrário a ela é repugnante. Quando exposta dessa forma, essa ideia soa estúpida, mas pense nos grupos ao redor do mundo que mídia classifica como “extrema-direita”: o Talibã, que ambiciona a propriedade comunal dos bens; os revolucionários iranianos, que aboliram a monarquia, confiscaram indústrias e destruíram a classe média; Vladimir Zhirinovsky, que almejava o stalinismo. A tática maçante de classificar nazistas como extremistas de “direita” é sintoma de uma ideia mais ampla de que “direita” é sinônimo de “vilania”.
Um dos meus eleitores certa vez se queixou à BBC sobre uma reportagem sobre a repressão dos povos indígenas no México, na qual o governo era dito de “direita”. O partido no governo, ele observou, era membro da Internacional Socialista e, mais uma vez, o nome denunciava: Partido Revolucionário Institucional. A resposta da BBC foi impagável. Sim, eles reconheceram que o partido era socialista, “mas o que o nosso correspondente estava querendo comunicar era que ele era autoritário.”

Imagem do Partido Nazista Alemão onde é possível ler: “O trabalhador Nacional Socialista Alemão resiste ao capitalismo.”

Aliás, o autoritarismo era característica comum dos socialistas das variedades nacional e leninista, que logo se apressaram em mandar uns aos outros a campos de concentração ou pelotões de fuzilamento. Cada facção abominava e tinha o outro como herege, mas ambos desprezavam os individualistas defensores do livre mercado irremediavelmente. A batalha entre eles foi ainda mais dura, como observou Hayek em 1944, pois foi uma batalha entre irmãos.
O autoritarismo – a crença de que a coerção estatal é justificável na busca por um objetivo maior como o progresso científico ou a redução da desigualdade – é tradicionalmente uma característica tanto dos socialdemocratas quanto dos revolucionários.
Jonah Goldberg registrou o fenômeno detalhadamente em sua obra magna, Fascismo de Esquerda. Muitas pessoas tomam o título como ofensa, mas Jonah revela, já nas primeiras páginas, que a frase não é de sua autoria. Trata-se de uma citação do esquerdista H. G. Wells, que, em 1932, declarou ao movimento Young Liberals (a esquerda capturou o termo “liberal” nos EUA, tirando-o de seu contexto original) que eles deviam se tornar “fascistas de esquerda” e “nazistas iluminados”.
Naqueles dias, a maioria dos mais célebres intelectuais de esquerda, incluindo Wells, Jack London, Havelock Ellis e os Webbs, tendiam a defender a eugenia, convencidos de que a única coisa que detinha o desenvolvimento de uma espécie humana mais saudável eram os obstáculos religiosos. A forma insensível como descreveram essas ideias, assim como as verdadeiras palavras de Hitler, foram amplamente eliminadas do debate. Eis, por exemplo, o que afirmou George Bernard Shaw em 1933:
O extermínio deve se basear numa base científica para que seja executado de forma humana, condolente, bem como absoluta… Se almejamos um certo tipo de civilização e cultura, devemos exterminar o tipo de gente que não se adequa a estas.
A eugenia, é claro, descamba facilmente para o racismo. O próprio Engels escreveu a respeito do “lixo racial” – os grupos que seriam necessariamente suplantados quando o socialismo científico se concretizasse. Acrescente a essa visão de mundo uma pitada de anticapitalismo e o que se obtém na maioria das vezes é antissemitismo de esquerda – outra coisa que foi eliminada da memória histórica, mas já foi algo óbvio. “Como é possível ser socialista e não ser antissemita?”, questionou Hitler aos membros de seu partido em 1920.
Logo, da próxima vez que ouvir esquerdistas usando a palavra “fascista” ou “nazista” como insulto genérico, aponte cordialmente a diferença entre o que eles imaginam que defendia o PNSTA e o que o partido de fato pregava.

O Partido Nazista Holandês era igualmente explícito. Na imagem acima é possível ler: “Com a Alemanha Contra o Capitalismo.”

Tradução: Igor Saito. Revisão: Marcelo Faria
by Daniel Hannan - Político, jornalista e autor britânico.

Fonte: http://www.ilisp.org/artigos/hitler-e-o-nazismo-uma-politica-nacional-socialista-e-portanto-de-esquerda/

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Secretaria da Cultura, Coordenadoria da Juventude, Coordenadoria da Mulher, Igualdade Racial e Diversidade Sexual da Prefeitura de Osasco, são os departamentos mais comunistas e bolivarianos de todos os órgãos atualmente. Dica para vencer os bolivarianos: "Como combater o politicamente correto".


Como combater o politicamente correto


Em um ambiente de normalidade, pessoas normais mantêm um certa polidez no falar, evitando o escândalo desnecessário e moderando suas palavras.
Porém, quando ocorre uma inversão tal na cultura, que o que deveria ser mera urbanidade torna-se uma ditadura, que impõe o que deve e o que não deve ser dito e, pior, protege as piores indecências enquanto condena meras verdades, a afabilidade acaba servindo apenas para fortalecer essa tirania.
Em tempos quando o politicamente correto impõe-se ferozmente, praguejando contra toda e qualquer manifestação que não coadune com seus estreitos limites falso-moralistas, é o momento de abrir mão da civilidade e dizer as coisas da maneira mais crua possível.
Fazer isso não é apenas uma forma de tentar expressar as coisas como são, mas tem o objetivo de enfrentar a falsidade contrária com uma força condizente.
A raiz do mal se combate com o bem, mas quando o mal já está manifestado, só o uso de uma força equivalente pode derrotá-lo.
Fonte: http://www.fabioblanco.com.br/como-combater-o-politicamente-correto/

Formando uma Juventude Anticomunista em Osasco contra a "Coordenadoria da Juventude da Prefeitura Municipal de Osasco".